Recordes existem para serem quebrados... ou que pelo menos tentem 🤷‍♂️

Recordes existem para serem quebrados... ou que pelo menos tentem 🤷‍♂️

Não bastou o ouro olímpico…


(Imagem: Marcin Golba)

Não satisfeito com o seu resultado olímpico (🥇 5000m e 4º lugar nos 1500m), o norueguês Jakob Ingebrigtsen voltou a competir esse final de semana na Diamond League.

Disputando os 3000m, que é uma de suas especialidades, o norueguês de sobrenome complicado não só ganhou com sobras, mas ainda bateu o recorde mundial da distância em 3 segundos.

Ingebrigtsen ganhou destaque nas Olimpíadas antes mesmo de ganhar medalha. Sua arriscada estratégia na 1ª rodada dos 1500m deixou muita gente confusa. Faltando 300m para o fim da prova, ele estava na 12ª colocação e encaixotado na primeira faixa.

No final, depois de um sprint, a classificação veio com uma terceira colocação em bateria onde seis se classificaram.

Uma pena que os 3000m não fazem parte das Olimpíadas…

 

Existe um limite?


(Imagem: hackster.io)

Com os avanços da tecnologia, principalmente ao que se trata de inteligência artificial, surge o questionamento de onde isso vai parar, se é que eventualmente vai parar.

Um desses recentes avanços é o exoesqueleto X1 desenvolvido pela DNSYS, que promete ajudar no desempenho de corrida em trilha.

O equipamento que tem motores com cavalagem ajustável faz com que você economize até 50% de sua energia, consegue atingir até 14km/h de velocidade e rodar até 17km antes que sua bateria acabe.

Além disso, o sistema de inteligência artificial identifica o tipo de terreno em que o atleta está e ajusta o tipo de estímulo com base nas condições do terreno.

Loucura 🤯

 

Usando o sistema contra o sistema 🧠

(Imagem: Aleksandra Szmigiel/Reuters)

Destaque das Olimpíadas de Paris, o sueco Armand Duplantis quebrou no último domingo (25), o seu próprio recorde mundial. Até aí tudo bem.

O que torna o recorde mundial ainda mais interessante é o fato de que pela DÉCIMA (!) vez, Duplantis quebra o seu próprio recorde mundial batendo a sua marca anterior em apenas 1 centímetro.

Tudo começou em 2020 quando atingiu o então recorde 6,17m, e desde então foram 10 vezes seguidas em que Duplantis bateu a marca. 

A explicação para essa estratégia de quebra de recordes não é técnica, mas sim financeira. A cada recorde batido, o atleta recebe da federação internacional a bagatela de CEM MIL DÓLARES. 

Considerando os recordes mundiais batidos desde 2020, Armand Duplantis atingiu no último final de semana a marca de milionário apenas pelas premiações por quebra de recorde.

Investindo em recordes mundiais 🤑

 

Fim de semana de prova clássica paulistana 🌉


(Imagem: Iguana Sports)

Conhecida por ser uma prova clássica para treino de luxo dos maratonistas de São Paulo, a edição de 2024 da GreenV Run the Bridge ocorre neste domingo (01/09) na Marginal Pinheiros.

A prova tem essa fama de treino de luxo por conta do momento do ano em que acontece: menos de um mês antes de duas Abbott Majors (Chicago e Berlim), além de ser uma das poucas provas grandes de rua que oferece a distância de 30km.

O evento, que também conta com as distâncias de 5km, 10km e 15km larga no começo da Ponte Estaiada na Avenida Jornalista Roberto Marinho, entra na Marginal Pinheiros e volta a subir na ponte próximo do final de cada percurso, com o trajeto dos 30km tendo 4 subidas, duas de cada lado da Marginal.

Uma prova de corrida para todos os gostos!

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Rafael

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