Não bastou o ouro olímpico…

Não satisfeito com o seu resultado olímpico ( 5000m e 4º lugar nos 1500m), o norueguês Jakob Ingebrigtsen voltou a competir esse final de semana na Diamond League.
Disputando os 3000m, que é uma de suas especialidades, o norueguês de sobrenome complicado não só ganhou com sobras, mas ainda bateu o recorde mundial da distância em 3 segundos.
Ingebrigtsen ganhou destaque nas Olimpíadas antes mesmo de ganhar medalha. Sua arriscada estratégia na 1ª rodada dos 1500m deixou muita gente confusa. Faltando 300m para o fim da prova, ele estava na 12ª colocação e encaixotado na primeira faixa.
No final, depois de um sprint, a classificação veio com uma terceira colocação em bateria onde seis se classificaram.
Uma pena que os 3000m não fazem parte das Olimpíadas…
Existe um limite?

Com os avanços da tecnologia, principalmente ao que se trata de inteligência artificial, surge o questionamento de onde isso vai parar, se é que eventualmente vai parar.
Um desses recentes avanços é o exoesqueleto X1 desenvolvido pela DNSYS, que promete ajudar no desempenho de corrida em trilha.
O equipamento que tem motores com cavalagem ajustável faz com que você economize até 50% de sua energia, consegue atingir até 14km/h de velocidade e rodar até 17km antes que sua bateria acabe.
Além disso, o sistema de inteligência artificial identifica o tipo de terreno em que o atleta está e ajusta o tipo de estímulo com base nas condições do terreno.
Loucura
Usando o sistema contra o sistema 

Destaque das Olimpíadas de Paris, o sueco Armand Duplantis quebrou no último domingo (25), o seu próprio recorde mundial. Até aí tudo bem.
O que torna o recorde mundial ainda mais interessante é o fato de que pela DÉCIMA (!) vez, Duplantis quebra o seu próprio recorde mundial batendo a sua marca anterior em apenas 1 centímetro.
Tudo começou em 2020 quando atingiu o então recorde 6,17m, e desde então foram 10 vezes seguidas em que Duplantis bateu a marca.
A explicação para essa estratégia de quebra de recordes não é técnica, mas sim financeira. A cada recorde batido, o atleta recebe da federação internacional a bagatela de CEM MIL DÓLARES.
Considerando os recordes mundiais batidos desde 2020, Armand Duplantis atingiu no último final de semana a marca de milionário apenas pelas premiações por quebra de recorde.
Investindo em recordes mundiais
Fim de semana de prova clássica paulistana

Conhecida por ser uma prova clássica para treino de luxo dos maratonistas de São Paulo, a edição de 2024 da GreenV Run the Bridge ocorre neste domingo (01/09) na Marginal Pinheiros.
A prova tem essa fama de treino de luxo por conta do momento do ano em que acontece: menos de um mês antes de duas Abbott Majors (Chicago e Berlim), além de ser uma das poucas provas grandes de rua que oferece a distância de 30km.
O evento, que também conta com as distâncias de 5km, 10km e 15km larga no começo da Ponte Estaiada na Avenida Jornalista Roberto Marinho, entra na Marginal Pinheiros e volta a subir na ponte próximo do final de cada percurso, com o trajeto dos 30km tendo 4 subidas, duas de cada lado da Marginal.
Uma prova de corrida para todos os gostos!
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